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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Dzień Wszystkich Świętych (Dia de Todos os Santos)
1 Listopada/1 Novembro
O Dia de Todos os Santo é um dia extremamente importante para a comunidade Polaca, fazendo rivalidade com dias como o Natal. As famílias reúnem-se, celebram em conjunto e deslocam-se aos cemitérios. O comércio está praticamente todo fechado.
Estávamos em Cracóvia durante este dia, e no final da tarde dirigimo-nos ao cemitério. Foi impressionante! Ainda aquela hora, já o Sol se tinha posto e o frio começava a apertar, centenas de pessoas entravam e saiam do cemitério para prestar culto aos seus entes queridos, ou relembrar os há muito desconhecidos (como os mortos da guerra ou soldados desconhecidos), orar ou simplesmente lembrar aqueles que já cá não estão, ou seja, tudo que se traduz no significado de "Dia de Todos os Santos".
O impressionante era o ambiente dentro do cemitério. As campas entre as árvores e os caminhos e os carreiros, tornam já o sítio num lugar simultaneamente calmo e profundo. Mas com a quantidade de velas que as pessoas tinham vindo a por ao longo do dia, o cemitério transforma-se num autêntico cenário de luzes ténues e misteriosas. Foi uma experiência indescritível que tentei retrar em foto, mas que mesmo assim é difícil de transmitir.
O Dia de Todos os Santo é um dia extremamente importante para a comunidade Polaca, fazendo rivalidade com dias como o Natal. As famílias reúnem-se, celebram em conjunto e deslocam-se aos cemitérios. O comércio está praticamente todo fechado.
Estávamos em Cracóvia durante este dia, e no final da tarde dirigimo-nos ao cemitério. Foi impressionante! Ainda aquela hora, já o Sol se tinha posto e o frio começava a apertar, centenas de pessoas entravam e saiam do cemitério para prestar culto aos seus entes queridos, ou relembrar os há muito desconhecidos (como os mortos da guerra ou soldados desconhecidos), orar ou simplesmente lembrar aqueles que já cá não estão, ou seja, tudo que se traduz no significado de "Dia de Todos os Santos".
O impressionante era o ambiente dentro do cemitério. As campas entre as árvores e os caminhos e os carreiros, tornam já o sítio num lugar simultaneamente calmo e profundo. Mas com a quantidade de velas que as pessoas tinham vindo a por ao longo do dia, o cemitério transforma-se num autêntico cenário de luzes ténues e misteriosas. Foi uma experiência indescritível que tentei retrar em foto, mas que mesmo assim é difícil de transmitir.





[Photographia] Klezmer
Tirada no Bairrro Judeu em Cracóvia.Ao tirar esta foto foi imediata,ente transportado para a época da 2ª Grande Guerra, no tempo em qye esta zona foi transformada em Gueto pelo domínio nazi. Lembrei-me do filme a Lista de Schindler e da sua banda sonora. De facto, a fábrica de Schindler ficava a umas poucas centenas de metros dali. Apesar da banda sonora soar a clássico, o violino lembra a música judaica, a que muitas vezes é designada por Klezmer, dai o título.
Kraków, a cidade dos Reis
Cracóvia! Uma das mais importantes cidades da Polónia que, como quase todo o resto da nação sofre de uma história complexa, onde Reis, reinados e culturas se associaram ao longo dos tempos a esta cidade. Ouvi há pouco tempo comentarem que se diz que "A capital mudou-se para Varsóvia, mas a realeza ficou em Cracóvia". De facto, Cracóvia é culturalmente e historicamente muito mais rica. Não é por acaso que o seu centro histórico é considerado Património da Humanidade pela UNESCO. De facto, percorrer todas aquelas ruas cheias de edifícios históricos, igrejas e bares pitorescos foi o que gostei mais de Cracóvia. Não sei se foi pela Rynek (Praça Central) estar em renovação, mas foi um pouco desilusivo. Pelo menos, achei que a Rynek de Wroclaw era bastante mais bonita e acolhedora que a de Cracóvia. No entanto, o mercado no centro e a Igreja também na Rynek, dão todo um ar particular à praça. Para que se perceba porque gosto mais da Rynek de Wroclaw, há que referir a qualidade dos edifícios que rodeiam a praça: excepto um (um banco), estão todos conservados e possuem todos uma extraordinária decoração. Enquanto que na Rynek de Cracóvia (talvez pela própria configuração da praça ser diferente), não consegui sentir isso.
Mesmo assim, Cracóvia é cidade obrigatória. O Barbacã (pequena parte sobrevivente da antiga muralha), o extraordinário castelo - Wawel - que não tive o prazer de visitar por dentro, de onde se pode avistar o magnífico rio Wisła, que separa o lado oeste onde se localiza o bairro judeu.
Não sei se voltarei a esta cidade ou não. Sinto que poderá haver ainda muito por explorar. Apanhamos muita chuva num dos dias, para além de ter sido feriado: era o Dia de Todos os Santos. Isso acabou por ser uma mais valia, pois decidimos ir ao cemitério e o que vimos foi extraordinário, como irei explicar no post seguinte... Por agora, ficam as fotos...
Mesmo assim, Cracóvia é cidade obrigatória. O Barbacã (pequena parte sobrevivente da antiga muralha), o extraordinário castelo - Wawel - que não tive o prazer de visitar por dentro, de onde se pode avistar o magnífico rio Wisła, que separa o lado oeste onde se localiza o bairro judeu.
Não sei se voltarei a esta cidade ou não. Sinto que poderá haver ainda muito por explorar. Apanhamos muita chuva num dos dias, para além de ter sido feriado: era o Dia de Todos os Santos. Isso acabou por ser uma mais valia, pois decidimos ir ao cemitério e o que vimos foi extraordinário, como irei explicar no post seguinte... Por agora, ficam as fotos...
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