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domingo, 16 de novembro de 2008

Wrocław II EILC Meeting

Após Varsóvia, foi a vez de Wrocław ter sido escolhida para se realizar o segundo encontro do pessoal do EILC. O mote foi um concerto no Hala Stulecia (wiki), onde ainda em Setembro tinha ficado mais ou menos combinado entro o meu grupo de jantares lá nos tempos em Katowice (mais conhecido como "Kitchen's Groupa") ir-se a esse concerto. Acabou-se por combinar mais um EILC Meeting, e na prática apenas o Alessandro e o Afonso foram ao concerto. A banda valia a pena, a Five Piece Band que conta com os músicos John McLaughlin e Chick Corea, e seria uma grande oportunidade para ver o Hala Stulecia por dentro. No entanto, não sou grande fã de jazz e não me apeteceu gastar aquele dinheiro oara isso nesta altura, apesar de não ser caro.
O meeting deu-se durante todo o fim de semana, com direito a saidas à noite, visitas à cidade e, festa privada no apartamento onde quase todos estavam a ficar. É que com o festival de Guitarra a acontecer na cidade (no qual o concerto do Five Piece Band se inseria), os hostels acabaram por ficar todos cheios antes que a maioria pudesse reservar camas. Felizmente consegui encontrar o tal apartamento, que era apenas para umas 6 pessoas e acabaram por lá dormir umas 14 pessoas na segunda noite!!
Ficam as fotos para mais tarde recordar...

Chegada: em frente à estação de comboios.


O incomparável Alberto!


Eu, a Claire e o Wolfgang.


Num bar das ruas de Wroclaw.


No comment.


Party no apartamento.


"Oh, I'm so strong!" (Bianca)


EILC grupa na Rynek.


Christoph e Justina (a professora).


Dance crazy party.


Eu e o Gergely (le-se Gergor, mas com pronuncia húngara!).

sábado, 8 de novembro de 2008

Completo! em Wroclaw

Este fim-de-semana cá na Polónia é prolongado. Na próxima terça-feira (11 de Novembro) é feriado nacional, será o Dia da Independência. Portanto, segunda (pelo menos na Universidade) fazem ponte. Muita gente aproveitou este fim-de-semana para passear pelo que a residência está bastante vazia...
Mas eu não podia estar melhor. Estou com a pessoa que eu mais queria estar. Melhor seria impossível... Logo de manhãzinha pus-me no autocarro para ir buscar a Inês ao aeroporto, onde encontrei uns espanhóis que iam também viajar, e mais tarde um alemão que também ia buscar a namorada ao aeroporto, pelos vistos exactamente o mesmo voo!

É sempre uma sensação estranha, estar à espera de alguém no aeroporto. À espera que a hora chegue, a tentar vislumbrar a pessoa esperada por entre as cabeças de outras pessoas que chegam. Como será que essa pessoa vem? Igual? Diferente? Triste? Contente?

Por outro lado, neste dia, sentado no banco à espera que a hora chegasse pareceu-me uma eternidade. E mesmo depois de o avião ter chegado, e as pessoas começarem a sair parece que nunca mais... Quando finalmente a vejo é uma sensação única! Tudo à volta pára, tal como nos filmes, até estar junto dela. Afinal, a partir daquele momento, estou completo de novo...

A manhã parecia até agradável, mas a previsão meteorológica que tinha visto antes na net não falhou: nuvens escuras e chuva até... Mesmo com tão mau tempo, e a minha pena de não podermos ver a cidade no seu melhor (ou seja, com Sol), não me importei muito com isso...;)
Amanhã logo pela manhã, vamos nós também viajar. Com muito gosto meu, vou regressar a Varsóvia!

Na Rynek...

Os duendes: típica marca de Wroclaw (estou a fazer uma compilação deles todos que irei postar mais tarde).


Esculturas estranhas em Wroclaw I: A lenda do cavaleiro cavalo sem cabeça?


Esculturas estranhas em Wroclaw II: Mãe e filha?


Homem a acender manualmente os candeeiros a gás na ilhota da Catedral.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Visitas...

O meu caro amigo Zemi fez questão de me visitar durante uns dias cá em Wrocław, sendo o segundo a visitar-me por cá... Primeiro foram o Sá e o Nuno Martins (também meus colegas da FEUP) que aproveitaram a sua semana de férias na Universidade onde estão na Dinamarca para fazer uma autentica "Car Europe Tour". O Zemi, esse veio da Eslovénia, através de uma viagem de 16 horas de comboio. A minha viagem mais longa foi de 8 horas, portanto imagino o que seja: é dose!
Claro que para nós, Erasmus, é mais fácil visitarmo-nos uns aos outros porque, primeiro, estamos mais perto, e segundo temos a vida mais facilitada para viajar (digamos assim). No entanto, quero que saibam, todos aqueles que em Portugal estão, que Wrocław está sempre de portas abertas para vocês.
Depois de dois dias cá por Wrocław, amanhã dirigimo-nos a Kraków (Cracóvia), um must da Polónia. Antes sequer de saber que poderia vir para Wrocław (cidade que desconhecia) apenas conhecia a capital, Varsóvia, Cracóvia - a cidade mais turística, e talvez Gdansk por causa da Segunda Grande Guerra.
Numa das noites, houve também festa cá no dormitório: o espanhol Alvaro fazia anos. Claro que com tantos espanhóis houve mais uma vez sangria... e um(a) striper!... Bom, é melhor verem as fotos. Por falar nisso, aproveito para mostrar um pouco mais de Wrocław , cidade que tenho neglegenciado um pouco. No entanto, estou a perparar uma compilação sobre a cidade que talvez só post no final deste Erasmus.


No bairo da Catedral - nesta zona quase todos os edifícios são religiosos.


O mercado - na Polónia os produtos são mais caros no emrcado que em outros sitios!


Um muffin e um tiramisú ao fim da tarde...


À noite...


Mleczyn bar (Milk bar) - existem por toda a parte nas cidades (já em Katowice costumavamos comer num) e são uma espécie de cantinas sociais. Comida polaca por um preço muito acessível.


Vista da torre da Catedral sobre a cidade de Wrocław...


... e sobre o bairro da Catedral.


A Bela e o Monstro! (E o rio Odra).


A striper! XD

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

[Szczegóły Polaków ] As paragens do tram

Szczegóły Polaków - Pormenores polacos

Não acontece em todas, apenas em algumas. Mas haver uma apenas é desde já completamente estranho.
O tram (o que em português se poderia traduzir por eléctrico) é um sistema muito utilizado por estes lados da Europa, especialmente cá na Polónia, onde todas as grandes cidades onde tenho ido possuem este sistema de transporte. Wroclaw não é excepção, e até gosto bastante deste meio de transporte, com os seu ar soviético (pelo menos com os veículos mais antigos), que menos graça têm quando vão apinhados, e quando os solavancos das curvas, desalinho nos carris ou excessiva velocidade do condutor atira todos aqueles que se encontram no seu interior uns contra os outros.

Na verdade neste post não queria falar do tram em si, mas sim das paragens. Não vi em mais cidade nenhuma em que estive até agora. Em Wroclaw existe pelo menos um par de paragens de tram assim, em que o tram, circulando no meio da faixa de rodagem, tem de parar em frente à paragem, mas onde não existe plataforma de desembarque; ou seja, entre o tram e a paragem/passeio existe uma via de circulação de automóveis. Na zona da paragem, existe uma marcação no chão indicando que os automóveis não deverão aí parar. Quando o tram pára para as pessoas saírem, os automóveis param então, para que as pessoas possam atravessar a via até à confortável segurança do passeio.

Aí é que vem o problema: a confortável segurança! Nada me parece mais inseguro que este sistema! O que me impede de sair repentinamente e distraído do tram numa destas paragens e apanhar com um condutor, ele também distraído e quem sabe em velocidade excessiva? Sim, sabendo agora como são alguns (alguns??) condutores polacos, até tenho medo destas paragens!
Bom, medo não diria. Mas pelo menos olho cuidadosamente antes de sair, não vá ser apanhado por um camião desgovernado.
O que é incrível é que os condutores parecem cumprir a regra e de facto param sempre que um tram se aproxima. Não creio que em Portugal isto resultasse tão bem!
Pergunto-me se isto será mais um pormenor herdado da era comunista, uma poupança de energia e custo, ao evitar ter que contruir uma plataforma de desembarque no meio da rua, ou por outra razão obscura que desconheço. Vá-se lá saber...



[Photographia] Outono em Wrocław

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

LOST

Não, não é um post sobre a série, da qual por acaso sou bastante fã (sim, é a melhor série de sempre!).
Então porquê Lost? Bem, a razão é muito simples: porque hoje me perdi!
Fui sozinho a um hipermercado, o Korona, não muito diferente de um Continente ou Jumbo em Portugal. à semelhança de muitos hipermercados destes em Portugal, este localiza-se algures na periferia da cidade, junto a uma larga via de acesso. Uma zona tipicamente suburbana.
Já lá tinha ido diversas vezes, e sem qualquer problemas. Há diversos autocarros para lá, assim como para o regresso. E de facto, na viagem de ida não houve qualquer problema. Fiz as minhas compras no hipermercado e até também numa loja, onde comprei um casaco novo - nos últimos dias o frio tem vindo a apertar e a previsão é para as temperaturas continuarem a descer. Tive medo, sim... do frio!

Bom, foi então na viagem de regresso que aconteceu o infortúnio. Verifiquei as linhas de autocarros, e fixei os números que podia apanhar para regressar. Não sei o que passou: se entrei num autocarro errado, se o horário estava mal ou se estava mesmo distraído.
O que é certo é que durante a viagem estava mesmo absorvido em pensamentos, e só após muitas paragens é que olhei para fora e não reconheci nada do que vi. O autocarro parou e muitas pessoas saíram. Eu fiquei. Olhei em volta: estava sozinho! O autocarro parou mais uma vez. O motorista vociferou umas palavras em polaco que não entendi. Última paragem? Talvez. Sai. Estava no meio do nada. O autocarro continuou, e uns metros à frente entrou para um complexo onde estavam muitos autocarros parados. Última paragem? Sim! Meio do nada? Sim! Sem pessoas na rua? Sim! Pânico? Quase!

Que não estava ninguém na rua até era mentira. Uma ou duas pessoas que vi se passearem com um cão, e um senhor esperava na paragem do lado oposto da rua aonde me dirigi carregado de compras. Só pensava: "Estou tramado! Como raio vou eu sair deste fim de mundo?" começava já a pensar em todos os meus possíveis contactos para pedir ajuda... Mas apenas como último recurso: afinal não estava no fim do mundo. Pronto, era uma zona industrial. Não havia casas habitacionais, era de noite, e quase não havia pessoas. O meu único receio era mesmo ser assaltado, ainda por cima eu que estava cheio de compras.

Tentei ver as habituais informações afixadas na paragem onde dispõem as linhas de autocarros, para saber que autocarro deveria apanhar e a que horas passaria. Não havia! Ou pelo menos já não havia essas informações: ou estavam rasgados ou pintados ou alvo de outro acto de vandalismo. Ou seja, não sabia para onde iam os autocarros, nem sequer se havia mais autocarros aquela hora.

Dirigi-me ao homem que esperava na paragem: não falava inglês (óbvio!). Mas lá com um "Numero bus do centrum", lá consegui arrancar um "Sto pięć" (105). Tentei perguntar se ainda passava aquela hora, mas sem sucesso. Como ele também lá estava à espera pelo menos havia alguma autocarro... O senhor até acabou por se revelar bem simpático, a perguntar de onde era e a fazer conversa. Pronto, a parte da conversa só consegui entender que estava a falar do frio ("zimny"). Ao menos estava acompanhado...

Não por muito tempo... Fiquei outra vez preocupado quando um carro chegou e o homem entrou nele. Provavelmente a boleia dele... Estava outra vez sozinho...
Mas mais uma vez, não por muito tempo, felizmente. Uma rapariga veio dar à paragem vinda do outro lado. Olhou para as (não) informações e dirigiu-se a mim em polaco. "Nie rozumiem. Nie mówię po polsku." (Não percebo. Não falo polaco.) , disse eu. "Angielski?", disse ela. "Yak tak..." (Sim, sim...), disse eu. "Yes, please", pensei eu.
Felizmente, ela falava inglês, e por incrível que pareça também estava perdida porque tinha apanhado o autocarro errado! Mais tarde vim a saber que também não era da cidade e que estava a estudar em medicina, bem perto, da minha Universidade. No entanto, na altura só pensava em atingir o centro ou algum sinal de civilização. No total acho que ainda esperei mais de uma meia hora até vir um autocarro. Apanhamos esse que nos levou até cerca do centro. Tudo foi mais fácil por ela falar polaco e poder perguntar para onde o autocarro se dirigia. No entanto, acho que teria entrado naquele autocarro fosse para onde fosse. E lá acabei por chegar a casa, são e salvo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dom Studentcki (O dormitório)


Estava já na altura de fazer um post sobre o dormitório. Só da nossa Universidade (WUT - Wroclaw University of Technology, ou em polaco Politechnika Wroclawska) existem pelo menos 10 dormitórios diferentes (a julgar pela informação nos site). O nosso dormitório onde estão quase todos os alunos de Erasms da Politechnik, é o T-17 e tem a alcunha de "Ikar" (cada um tem a sua), e localiza-se junto de outros 4 dormitórios.

Cada dormitório deste complexo de 5 edifícios tem 10 pisos. Os alunos Erasmus que estão no T-17 ocupam pelo menos dois pisos quase completos. Cada piso tem dois corredores com X "apartamentos". Cada apartamento é composto por dois quartos duplos e dois quartos triplos, que partilham entre si uma casa de banho com uma sanita, um chuveiro e dois lavatórios. Ora, isto dá 10 pessoas para uma casa de banho. Pensei que fosse mais complicado, mas até agora não tem sido problema. Se calhar o facto de termos bons vizinhos ajuda...

Fazendo as contas, se os quartos estiverem todos cheios, existem X pessoas por piso. Agora vem talvez a parte mais complicada: existe apenas uma cozinha por piso (com dois fogões e bicos de lume, e uma banca para lavar a loiça). Às vezes torna-se complicado manobrar na cozinha, mas tamb+em até agora lá nos arranjamos. Fico contente por haver hábitos de horários diferentes. Dizem que os turcos cozinham muito cedo. Eu cá nem sequer os vi a cozinhar alguma vez! Depois, também houve alturas que vi alemães a cozinhar a horas normais. Claro, que os sobram são os que estão em maioria: os portugueses e espanhóis, que têm sensivelmente os mesmos horários. Ou seja, nós fazemos a hora de ponta cozinha.

Existe também uma lavandaria com duas maquinas de lavar. Para utiliza-las é necessário reservar com bastante antecedência, fazendo prever quando uma pessoa irá ficar sem roupa. A tabela de reserva está sempre bastante preenchida em 3 ou 4 dias à frente. Para além disso convém marcar várias horas seguidas, nã0 só para dar tempo para lavar toda a roupa nas máquinas, mas também+em para aproveitar os estendeis que lá existem (junto do aquecedor) para mais rapidamente secar a roupa.

Vá lá que existem três elevadores. Nisso os arquitectos comunistas não pouparam. Porque a filosofia é como o Igor diz: "estes dormitório são o mínimo essencial". No rés-do-chão, existe um sala com aparelhos de fitness e musculação (que nunca usei), e pouco mais. No outro dia, vi cá de fora uma pequena biblioteca, mas também pouco utilidade deve ter: livros em polaco não é bem a minha tara.

Quanto aos quartos em si até acho que são razoáveis. Estão bem equipados de mobília: a maioria do espaço do quarto está preenchido por eles, deixando pouco espaço livre para circular, mas sem exageros. Tem um frigorífico em cada quarto uma bênção dos deuses! Em Ligota-Katowice nem todos os quartos tinham frigorífico (o meu por exemplo - usávamos o dos italianos), e mesmo assim o meu amigo turco do EILC mudou para outro dormitório e diz que nesse é que não há nada mesmo. Para além disso, falei também com outros portugueses que estão noutro dormitórios )de outras universidades) e ao que parece lá existem frigoríficos comuns. Resultado: tudo que lá se põe acaba por desaparecer! Qual buraco negro ou portal interdimensional!

Portanto, apesar de tudo acho que estou bastante contente com as instalações. Estou no 6º piso. O 5º piso é mais agressivo: mais festas, mais espanhóis, mais barulho...
Outra vantagem de estar num dormitório é o preço. Pelo meu quarto triplo pago 280 zlotes por mês (menos de 85€).

A hora de jantar é sempre a melhor altura do dia: onde todas as pessoas se juntam no mesmo espaço para cozinhar. Eu janto com os três feupianos nos quartos, mas há pessoal que trás as suas mobílias para a cozinha e manja mesmo ali. Claro, que não é nada como em Ligota! Até me dá saudades pensar nessas jantaradas e do "kitchen groupa". Mesmo assim, acho que o melhor ambiente que se cria é na cozinha.

Um dos dormitórios visto do meu: o T-17 é praticamente igual ao que se vê.


O meu vizinho francês Anthony, do quarto para a cozinha.


Outras duas vizinhas minhas, a Claire e a Stephanie (também françaises).


O Mourinho com a comida pronta!


Hora da comida à português. Sim, no quarto, o nosso sitio de eleição para comer...


....porque há quem prefira a cozinha.


O meu quarto, feito estendal às vezes.


Junto à janela, onde eu falo contigo...

domingo, 28 de setembro de 2008

Em Wrocław...

Hoje fui ao centro da cidade pela primeira vez e fiquei realmente impressionado! Já sabia, pela internet, por fotos e por terceiros que era uma cidade bastante bonita, das mais bonitas da Polónia, mas nunca esperei que fosse tão assim!

Ok, estive mal acostumado com Katowice, e esta tarde estava magnífica: um por do sol sem nuvens e a cidade cheia de movimento. Apesar disso, nada retira a beleza da Rynek (praça principal), de todos os seus edifícios aí localizados ou por todo o centro, do rio Odra e de todas as pontes que atravessam Wrocław. Acho que vou passar bastantes horas nos próximos tempos só a tirar fotos no centro. Há tanta coisa que só com tempo é que vou conseguir tirar as fotos que realmente quero. Aliás, só com tempo é que poderei ter a oportunidade de observar todos os detalhes do centro, Rynek e arredores, que não é pequeno.

Comemos num restaurante italiano (estão por todo o lado!), eu, o meu novo companheiro de quarto e colega da FEUP, e mais dois feupianos de Electrotécnica e de Computadores.

Nos próximos dias vãos ser os Introduction Days. Estou entusiasmado por conhecer novo pessoal. Mas espero que passe rápido. Mais dois dias e vou para Aachen, onde para o meu coração...;)

Na viagem de comboio ontem.

Chegada à "minha" cidade!

O quarto do dormitório

Rynek de Wroclaw (praça principal)



PS: Mais tarde irei postar mais e melhores fotos. Como disse, vale a pena despender tempo nisso;)